A cultura de convergência é debatida entre os estudiosos da comunicação como modelo cultural estabelecido pela sociedade da informação. Até hoje essa cultura não era largamente difundida na população média. Essa percepção é limitada pelo custo das plataformas de fomento e pela pulverização dos dispositivos. O smartphone conhecido como iPhone trouxe esse tema a tona, porém vivenciar uma experiência de convergência completa era limitada pelo alto custo do dispositivo em vista das necessidades da grande massa.
A Apple empresa que fabrica o iPhone rompe mais uma vez os paradigmas da comunicação e fortalece a cultura de convergência com o lançamento de um novo produto. O iPad é um dispositivo em forma de prancheta digital que permite portabilidade e unificação de conteúdos em uma única plataforma. Um dispositivo móvel que fornece uma experiência multimídia inovadora, capaz de atender intuitivamente a maioria das necessidades de um usuário médio de computador com baixo custo.
Facilitar o acesso e a utilização desses dispositivos aumenta a participação da população nesse contexto. Essa penetração garante novos interesses e investimentos na produção e adaptação de conteúdo para tecnologias de convergência. O mercado de comunicação foi novamente abalado pelos novos modelos comerciais. Grandes players do segmento mudaram seus contratos para manterem a competitividade, enquanto outros estão correndo atrás de inovações para garantir a sua existência.
Trabalhar mídia nesse cenário vai se tornar um desafio cada vez maior, estabelecer modelos lucrativos não é apenas uma necessidade dos veículos, mas também dos anunciantes, já que ainda não existe uma formula de negócio consolidada. Os profissionais de comunicação serão responsáveis por construir novos formatos comerciais de entrega de conteúdo e entrega de mídia. Como já foram comentados no post sobre os leitores digitais os consumidores podem ter, por exemplo, a oportunidade de receber seu jornal e / ou sua revista diretamente em seu dispositivo comprando uma assinatura digital.
A largada foi dada, e a passos largos, agora os pensadores da comunicação digital devem fazer sua lição de casa e elaborar modelos para viabilizar esse novo meio garantindo o beneficio dos consumidores e a lucratividade de seus clientes.
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